22.6.09
14.6.09
Vídeo Aulas grátis de bateria

25.4.09
Playing For Change
Fantástica idéia, só falta um festival reunindo todos os participantes.
http://www.playingforchange.com/
10.4.09
Matéria na Isto É Dinheiro que participei

A ideia é oferecer o BBTranslator como uma espécie de aperitivo. Quando a loja virtual da RIM começar a funcionar (o que deve acontecer no primeiro semestre nos Estados Unidos, e até o final do ano no Brasil), Dariva espera faturar alto. Ele vai colocar na rede mobile uma versão mais completa do tradutor, com outros idiomas disponíveis. Desta vez, o serviço será pago. O preço deve ficar em torno de US$ 9,99. Pelas normas da RIM, a Nativa embolsa 80% desse valor, ou cerca de US$ 8. Isso significa que, se cinco mil aplicativos forem vendidos, a parte que cabe à empresa brasileira será equivalente a US$ 40 mil. Mas cinco mil downloads do programa de tradução é uma projeção exageradamente tímida. “Não sabemos quanto, mas a tendência é que um número muito maior que esse seja vendido.” Se isso acontecer, a empresa deve aumentar consideravelmente seu faturamento, hoje na casa dos R$ 4 milhões. A RIM estimula a parceria com empresas como a Navita. “Já abrimos inscrições para o programa de desenvolvedores de aplicativos para o BlackBerry”, diz Henrique Monteiro, coordenador da área de produto da RIM para a América Latina.
Cultura Ignorante?
26.2.09
Tradutor BlackBerry gratuito da Navita - Matéria no Valor Econômico
Blue Chip
Angela Klinke26/02/2009
Mobilidade idiomática. Na hora de aprovar aquele contrato pelo BlackBerry, surgiu uma dúvida sobre algum termo em inglês, português ou espanhol? É para livrar qualquer executivo deste sufoco que a Navita, empresa especializada em projetos de mobilidade, criou o BB Translator, um aplicativo que traduz palavras ou blocos de textos a partir do e-mail ou browser do BlackBerry. "Queríamos criar algum produto voltado ao consumidor final.
Percebemos que o tradutor era um serviço desejado já que os profissionais têm relações globais", afirma Roberto Dariva, diretor executivo da Navita. O tradutor está liberado para download gratuitamente pelo site ( www.bbtranslator.com ). Mas há um modelo que oferece a ferramenta para as empresas. "Ainda não sabemos o quanto vamos cobrar. Mas no uso corporativo oferecemos suporte e mais segurança." Dariva diz que a empresa está preparada para disponibilizar, no mínimo, 10 mil licenças. Neste primeiro momento, ele não vê retorno de receita. "Apenas de visibilidade. Quero expor a marca para divulgar o produto e vender também no exterior. Acho até que pode ser mais útil para um americano do que para os brasileiros, que são mais acostumados com línguas estrangeiras." Mas, futuramente, os dividendos vão vir do banco de dados de usuários. Idiomática I. A Navita nasceu como criadora de sites corporativos. Há três anos, eles fundaram o núcleo de mobilidade e escolheram desenvolver produtos e serviços para BlackBerry apenas. O braço respondeu por 30% do faturamento de R$ 4,25 milhões em 2008. Este ano deve chegar a 50% já que a unidade passou de 10 para 80 clientes. "Começamos a trabalhar com várias empresas, mas percebemos que teríamos mais sucesso nos especializando em uma."
11.2.09
A Crise Mundial e os projetos de Tecnologia
A Crise Mundial e os projetos de Tecnologia
Por Roberto Dariva*
A crise mundial começou através da venda em cascata de hipotecas (financiamento de imóveis) nos EUA, principalmente porque o crédito era tão fácil que qualquer pessoa conseguia financiar uma imóvel, mesmo as que não tinham renda comprovada para pagar. Uma empresa financiava vários imóveis e depois vendia a carteira para outra que vendia para outra e depois para outra, que percebia que os ativos da carteira estavam podres, ou seja, que não conseguiria obter o dinheiro financiado de volta. Foi assim que o sistema financeiro entrou em colapso.
Aquela velha máxima de que em época de crise, enquanto alguns choram outros fabricam lenços, novamente volta a fazer sentido. A crise mundial não é brincadeira e ainda vai trazer muitas surpresas desagradáveis para quase todos, mas trará muitas oportunidades também.
O primeiro fator positivo do ponto de vista de gestão é que as empresas estão desesperadamente melhorando seus processos, o lado ruim disso é que está crescendo o desemprego e as demissões em larga escala. A melhora de processos oferece oportunidades para empresas de processos de negócio e de tecnologia. A busca pela redução de custos está ainda mais intensa que nos anos anteriores e a "weblização", se ainda não foi totalmente explorada, deve ser. Mas a grande oportunidade está na mobilização de processos. Se os colaboradores de uma determinada empresa já possuem um smartphone com e-mail móvel por que ainda não possuem sistemas de aprovação móvel?
O segundo ponto a se destacar é a questão da retenção ou falta de verba para investimento em projetos. Se um determinado projeto trará redução de custos ou melhora de processos é fundamental que não pare ou seja abortado. Para isso existem maneiras para viabilizar esse tipo de projeto, vou citar duas delas que estamos explorando na Navita:
1) A primeira, que é naturalmente um reflexo da crise, é o aumento da procura de novos clientes pela nossa ferramenta para portais e intranets, o Navita portal, por exemplo. Por que isso ta acontecendo? Por que empresas que antes da crise comprariam ferramentas concorrentes de empresas multinacionais, precificadas em dólar (que também aumentou muito em relação ao real), estão buscando produtos equivalentes tecnicamente, mas com valores mais atraentes. Afinal, o cambio para empresas nacionais continua 1 pra 1; ou seja R$ 1,00 continua valendo R$ 1,00.
2) O segundo exemplo envolve alternativas interessantes de financiamento de projetos. Novamente na Navita passamos a explorar a parceria com o cartão BNDES, através do qual nossos clientes podem financiar projetos a taxas de juros baixíssimas em até 24 vezes, viabilizando projetos que trarão retorno a curto ou médio prazo. Alguns retornos diretos obtidos com projetos são maiores que as primeiras mensalidades do custo do projeto e se contabilizarmos o retorno indireto o projeto fica ainda mais atraente.
Em épocas de crise a tentação pela busca de preços muito baixos é um risco que deve ser muito bem avaliado. Várias empresas de tecnologia que não eram financeiramente estáveis antes da crise entrarão em desespero e passarão a praticar valores que não cobrirão se quer seus custos, levando-as à falência. E esse é o risco principal que os clientes devem avaliar e não podem correr. Ninguém consegue fazer mágica, se um valor estiver muito reduzido, questione, pois seu fornecedor pode morrer no meio do seu projeto ou alocar um grupo de estagiários para lhe entregar uma "bola quadrada".
Em suma, empresas inteligentes superarão a crise e sairão dela com melhor otimização e maior competitividade que seus concorrentes. Para isso o primeiro ponto é reavaliar seus projetos e separá-los em grupos de prioridades. Depois avalie o melhor custo x beneficio com o menor risco ou com risco gerenciável e então encontre maneiras financeiras de viabilizar seus projetos. Aproveite a oportunidade da crise para fortalecer seu posicionamento de mercado.
*Sobre o autor, Roberto Dariva é Diretor Executivo e responsável pela gestão, pelo relacionamento com os clientes e pelas áreas de negócios e desenvolvimento de parcerias da Navita.
5.2.09
BlackBerry Users Group on Linkedin
E lá criei um grupo de discussão sobre BlackBerry.
http://www.linkedin.com/groups?gid=1788970&trk=hb_side_g
Quem estiver no linkedin e quiser aderir é só se cadastrar.
23.1.09
Exemplo da China para política brasileira
Mas se copiasse o modelo chinês de combate à corrupção as coisas mudariam. Lá se um corrupt for pego, é pena de morte. Veja notícia publicada no valor hoje:
Condenação à morte
Um tribunal chinês condenou dois homens à morte e uma empresária do setor de laticínios à prisão perpétua pela participação no escândalo do leite contaminado com substâncias químicas. A adulteração de leite em pó levou à morte de pelo menos seis bebês e 300 mil crianças passaram mal por intoxicação.
17.1.09
Velocidade 3G da Claro
Tentei primeiro como 2G e usei um medidor de velocidade na internet que encontrei no google. Deu 85kbps, ao pingar o google.com.br obtive o tempo de resposta de 3834ms (milissegundos).
Depois disso eu mudei o meu bold para 3G e conectei novamente. Embora o modem sempre fale que vc está conectado a 115kbps, usei novamente o medidor que meu aponto 250kbps aproximadamente. E pinguei (ping) o goole.com.br novamente para obter 219ms.
Enfim, o 3G não é o bicho como todos falam que é, mas já é o mais que o dobro da velocidade do 2G, fiquei satisfeito.
12.1.09
Convergência Notebook e Smartphone
9.1.09
Mais bullshitagem do Gartner
Assim, para o Gartner as dez resoluções que os CIOs devem seguir para enfrentar a crise neste ano são:
1. Comece construindo uma rede de relacionamento com universitários: Para manter o legado de competências da empresa e um grupo experiente de trabalho, o Gartner recomenda que os CIOs estabeleçam relações com universitários, como, por exemplo, por meio da inclusão de uma página semi-oficial no site da empresa com uma associação de universitários de TI. Além disso, a consultoria aponta ações como a participação em redes sociais on-line com esses estudantes e defina regimes que preveem benefícios para os funcionários que recrutarem universitários qualificados.
2. Pare de ser uma exceção às regras de mercado Em tempos de tensão, liderar por meio de exemplos é mais importante do que habitualmente, a partir da linguagem corporal até a de vocabulário. Segundo o Gartner, devem adotar dois ou três principais comportamentos para corresponder à exigência de direção que eles pretendem dar aos negócios. Como resultado, os sinais farão as outras pessoas em volta comentarem e repensarem sobre seus próprios valores e comportamentos.
3 – Inicie a busca por principais talentos Com um mercado repleto de profissionais qualificados, os atritos em relação aos níveis salariais são inevitáveis e profissionais de alta competência ficam sem boas colocações por meses. Dessa forma, os CIOs devem recorrer a uma rede de contatos bem estabelecida. Em vez de manter relações com headhunters, os CIOs devem interagir com esses parceiros para encontrar novos talentos. A principal meta deve ser preencher as poucas vagas disponíveis com profissionais muito qualificados.
4 – Começar a se preparar para o inesperado "Isso pode parecer um paradoxo, mas é possível preparar-se melhor para o inesperado," afirmou Mahoney. O analista aponta que é importante desenvolver estilos de pensamento e quadros de referência para a equipe e para o CIO. Pode parecer paradoxal, mas é possível se preparar melhor para o inesperado, diz o executivo. É importante desenvolver estilos de pensamento e cenários de referência para a equipe e para o próprio CIO. O Gartner aconselha o convite a pessoas de fora para participarem das discussões e escolher, principalmente, aquelas que não se encaixam nos moldes e que provocarão e irritarão a maioria.
5 – Utilize redes sociais O Gartner recomenda que os CIOs devem começar a utilizar as redes sociais para aumentar a participação de os outros funcionários. Os CIOs também precisam incentivar a liderança em equipe usando meios sociais mais abertamente para realizar a comunicação interna e externa, no intuito de construir confiança, dinamizar a cultura empresarial, desenvolver idéias e aperfeiçoar as soluções.
6 –Passe a levar o cloud computing a sério O conceito de cloud computing é uma nova etapa importante na evolução da TI comercial e os CIOs devem levá-la muito a sério. Em dez anos, grande parte das tecnologias serão servidas neste meio e , por isso, os CIOs devem começar a conduzir com segurança suas organizações nessa direção inevitável.
7- Pare de ignorar as pessoas que optam por metas mais sustentáveis Os CIOs estarão sob pressão para gerar ações rápidas. Haverá a tentação de cortar rapidamente áreas onde o pessoal está trabalhando com metas de longo prazo que, de repente, parece de menor relevância. No entanto, o Gartner aponta que eles não devem demitir esses profissionais, já que essas pessoas serão mais difíceis de ser substituídas posteriormente. Em vez disso, o CIO deve repensar a tática dessas equipes e realizar a redistribuição temporária dos funcionários.
8. Ofereça almoços para discutir processos com seus fornecedores De acordo com o Gartner, os CIOs exigirão que seus fornecedores ofereçam flexibilidade e economia de custos e, assim, terão de rever o estilo do relacionamento. Ao mesmo tempo, os fornecedores serão cobrados a ficar em estreito contato com a empresa. Ambas as partes devem ceder e os CIOs devem iniciar uma nova forma de interação. Devem identificar os principais executivos dos seus fornecedores, provavelmente não os gerentes do dia-a-dia, e convidá-los para almoçar ou jantar em um restaurante local e assim estabelecer um modo mais harmonioso para discutir a otimização de custos que ambos serão obrigados a conseguir em 2009.
9 - Pare de temer o futuro; comece dirigindo-o Internamente, segundo o Gartner, os CIOs devem cortas gastos, porém com responsabilidade. O trabalho em relação à economia de dinheiro deve passar por questões como a redução das viagens de avião, por exemplo. Os CIOs devem evitar reduções de custos inapropriados que altere o moral da equipe, como limitar os cursos de treinamento ou de aquisições de softwares de desenvolvimento.
10 – Fique sempre atualizado sobre novas tecnologias Com muito trabalho a fazer, o Gartner observa que os CIOs devem separar um tempo para manter contato com as novas tecnologias que forem tendência em 2009. Como exemplo, cita os leitores de e-book, Google Chrome, aplicações de cloud computing, o uso do YouTube como um mecanismo de busca padrão e teleconferências em alta definição.
6.1.09
Qualquer um faz previsões e ninguém geralmente acerta
O trabalho desses caras é fazer previsão, mas nunca ninguém vai atrás pra cobrar as previsões erradas. Hoje recebi uma newsletter da IT web que tinha duas notícias que me chamaram a atenção:
Investimento em TI deve crescer no setor financeiro
Gastos de bancos com TI devem cair
A primeira foi feita pela Febraban (a federação dos bancos) e a segunda pelo IDC.
O mesmo IDC fez outra análise que o mercado de software vai crescer em 2009.
Se eu fosse um analista poderia dizer que é provável que o mercado de TI para o setor financeiro fique estável. 8-)
5.1.09
Como aconteceu a crise Americana, de crédito, financeira, mundial?
- Como começou a crise americana?
- Como começou a crise de crédito mundial?
- Como começou a crise financeira?
- Como começou a crise econômica?
Então você precisa ler essa matéria super interessante do The Wall Street Journal mostra como começou a crise das hipotecas nos EUA. Texto de fácil compreensão:
Como esta casinha e sua grande hipoteca colaboraram para a crise
Michael M. Phillips, The Wall Street Journal, de Avondale, EUA05/01/2009
A casinha azul se apóia em alguns pedaços de madeira e blocos de concreto. As paredes externas, atacadas pela podridão, cedem ao toque. Em algum momento, alguém enfiou uma faca de cozinha na parede. O aviso de condenação grampeado na parede diz: "Inadequada para a ocupação humana."
A história dessa humilde casa de dois quartos e um banheiro na Rua West Hopi, nesta cidade do Arizona, é a história do pânico financeiro de 2008, contada em 53 metros quadrados. Ela ajuda a explicar como uma série de decisões erradas acabou gerando a pior crise financeira dos Estados Unidos desde a Grande Depressão dos anos 30.
Há menos de dois anos, a Integrity Funding LLC, uma financeira local, concedeu uma hipoteca de US$ 103.000 à proprietária, Marvene Halterman, uma desempregada com uma longa lista de credores e, segundo seu próprio relato, uma longa história de abuso de drogas e álcool. Em agosto, quando a casa entrou em processo de desapropriação, a Integrity tinha vendido aquele empréstimo para o banco Wells Fargo & Co., que, por sua vez, o vendeu a uma divisão americana do banco britânico HSBC Holdings PLC, o qual o incluiu em um pacote com milhares de outras hipotecas de alto risco vendido, em fatias, a dezenas de investidores.
Hoje esses investidores terão sorte se conseguirem receber de volta US$ 15.000 - e isso só porque os vizinhos compraram a casa há alguns dias, apenas para poderem demoli-la.
No centro dessa saga está Halterman, de 61 anos, com seu cabelo louro grisalho em desalinho, voz rouca de fumante e maneiras expansivas, ao mesmo tempo ríspidas e doces. Ela cresceu neste lugar, trabalhando às vezes na agricultura, ou como secretária, motorista de caminhão e assistente de enfermagem.
Faz 13 anos que Halterman não tem emprego, diz ela. Ela recebe cerca de US$ 3.000 por mês de programas de assistência social, cupons de ajuda alimentar e indenização por danos físicos, relativa a uma contusão nas costas.
Há 40 anos, quando ela comprou a casa da Rua West Hopi por US$ 3.500, Avondale era uma cidadezinha construída em torno de fazendas de algodão. De 2000 a 2005, o auge do boom imobiliário, a cidade dobrou de tamanho, chegando a 70.000 habitantes.
Hoje, uma em cada nove casas de Avondale está em execução de hipoteca, ou a caminho disso.
A Integrity, que lhe fez o empréstimo, foi uma de muitas pequenas firmas hipotecárias que surgiram no país durante a alta dos imóveis, utilizando crédito de grandes bancos para gerar hipotecas, depois revendidas a instituições financeiras maiores.
A Integrity pertencia a Barry Rybicki, de 37 anos, ex-agente de crédito que fundou a firma em 2003. Sobre os anos de boom, ele diz: "Se você respirasse, conseguia um empréstimo."
Em 2006, quando um vendedor de telemarketing da Integrity ligou para Halterman, ela necessitava urgentemente de dinheiro, pois devia US$ 36.605 de um empréstimo que conseguira dando a casa como garantia. A firma a ajudou a obter uma linha de crédito de US$ 75.500 de outro agente financeiro.
Halterman utilizou o dinheiro para pagar sua picape, entre outras coisas. Mas em breve estava novamente lutando com as dificuldades financeiras.
No início de 2007, ela pediu ajuda à Integrity, como mostram os registros de Rybicki. Desta vez, a própria Integrity lhe forneceu uma hipoteca de US$103.000, a quitar em 30 anos, com uma taxa ajustável que começava em 9,25%, com teto de 15,25%, segundo documentos do empréstimo.
Esse foi um dos 197 empréstimos originados pela Integrity em 2007, perfazendo um total de quase US$ 47 milhões
Mediante honorários de US$ 350, um avaliador contratado pela Integrity, Michael T. Asher, avaliou a casa em US$ 132.000. Asher diz que, embora não acreditasse, pessoalmente, que a casa valia tanto assim, seguiu o procedimento padrão e encontrou residências comparáveis na vizinhança que tinham sido vendidas nessa faixa de preço em 2006.
"Não posso avaliar um imóvel para o futuro", diz Asher. "Calculo o quanto ele vale naquele dia."
T.J. Heagy, corretor imobiliário depois contratado para vender a propriedade, diz que encontrou apenas uma casa de tamanho comparável nas vizinhanças, vendida em 2007 por US$63.000.
Quando o empréstimo foi concedido, em 26 de fevereiro de 2007, a Integrity recebeu US$ 6.153 em honorários pela concessão do crédito, corretagem, geração do empréstimo, documentação, solicitação da hipoteca, processamento, financiamento e certificado de seguro contra enchentes, segundo mostram documentos da hipoteca. Alguns dias depois, ela transferiu o crédito para o Wells Fargo, ganhando mais US$ 3.090, segundo Rybicki.
Segundo declaração escrita de Kevin Waetke, do Wells Fargo Home & Consumer Finance Group, "ao que parece, a avaliação (...) confirma que os valores do imóvel tinham pleno respaldo quando o empréstimo foi realizado".
Rybicki diz que nem ele nem seu funcionário encarregado dos empréstimos jamais viram pessoalmente a casinha azul. No mês passado, quando viu uma foto da casa, ele exclamou: "Nossa." "Quando você tem 50 funcionários, por mais que seja responsável por controlar o que eles fazem, simplesmente não dá", diz.
Depois de pagar as custas do empréstimo e suas outras dívidas, Halterman levou para casa US$11.090,33. O dinheiro durou pouco. Depois de alguns meses, ela decidiu mudar-se para uma casa alugada nas proximidades e seu filho Leslie Merritt passou a morar na casa da Rua West Hopi, assumindo responsabilidade pela mensalidade de US$ 881.
Quando o Wells Fargo vendeu o empréstimo de Halterman para o HSBC, ele foi incluído em um pacote com mais 4.050 outras hipotecas, usado como garantia para um título lançado em julho de 2007. Mais de 85% dessas hipotecas eram, tal como a de Halterman, empréstimos de alto risco para mutuários com péssimo histórico de crédito, segundo Tom Atteberry, da First Pacific Advisors LLC, firma de Los Angeles de gestão de investimentos.
As firmas de classificação de crédito Standard & Poor's e Moody's Investors Service deram a esse novo título a sua mais alta classificação, "AAA", indicando que os investidores tinham altíssima probabilidade de recuperar seu dinheiro com juros. A Standard & Poor's preferiu não explicar sua avaliação. Um porta-voz da Moody's não respondeu a pedidos para comentar.
E foi assim que a pequenina casa azul de Halterman foi jogada no imenso mar de títulos lastreados em hipotecas que acabariam por pôr em risco todo o sistema financeiro americano. Entre 2005 e 2006, cerca de US$ 4,1 trilhões em hipotecas do país foram aplicados em títulos como esses, incluindo US$ 1,6 trilhão em empréstimos imobiliários de alto risco, segundo a "Inside Mortgage Finance", publicação do setor.
Não tardou para que Merritt, o filho de Halterman, parasse de pagar a hipoteca, segundo ele próprio. Voltara a cair no vício da metanfetamina. No momento ele está preso por traficar tubos de cobre roubados.
Em janeiro, Halterman voltou e fez um último pagamento da hipoteca. O processo de execução começou em maio. Em setembro veio o despejo.
Outros empréstimos que lastreavam os títulos emitidos pelo HSBC também estavam com problemas. Até novembro, 25% deles tinham sido executados, estavam em processo de execução ou com atraso de pelo menos um mês, diz Atteberry.
O HSBC não quis comentar.
Em setembro, Rybicki desistiu da sua licença de funcionar como banco hipotecário. Ele agora trabalha para uma empresa de capital de risco.
(Colaborou Liz Rappaport)
6.12.08
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Foi solicitado o estorno do valor e o cancelamento conforme solicitado.
Att,
Equipe de Atendimento

Telefone (11)3874-0800
-----Mensagem original-----
De: Roberto Dariva (e-mail pessoal) [mailto:roberto@dariva.com]
Enviada em: quinta-feira, 4 de dezembro de 2008 22:34
Para: Atendimento (Megastore: www.livrariamelhoramentos.com.br)
Assunto: cancelar pedido
Caros, fiz um pedido na quinta da semana passada que deveria chegar em 3 dias.
Não chegou, enviei email e ninguém me respondeu.
A qualidade do atendimento é um lixo.
Quero cancelar o meu pedido.
Vcs não se dão nem ao trabalho de me responder. Nunca mais vou comprar nada aí."
